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Postada por: Jr Lopes dia 07/10/2009
Prazo para mudança do local da prova do Enem é prorrogado
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Com o adiamento do Enem, o Ministério da Educação (MEC) prorrogou o prazo para alunos que quiserem mudar a cidade em que farão aprova. Por causa de problemas de logística, muitos candidatos tinham sido alocados para municípios diferentes dos que moram.


O pedido de transferência pode ser feito a partir de desta quarta, 7, no site do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (www.inep.gov.br). São cinco dias para fazer a alteração.


As fundações Cesgranrio (UFRJ) e Cespe (UnB) coordenarão a aplicação do exame em substituição ao consórcio Connasel, afastado sob a acusação de falhas na segurança e responsabilidade na violação da prova.


Ainda não foi divulgado o valor do contrato emergencial. A definição do calendário e da logística do exame foi fechada na terça após reunião entre os ministros da Educação, Fernando Haddad, e da Justiça, Tarso Genro. Uma força-tarefa, constituída por empresas privadas e instituições públicas, ficará encarregada do exame.


O novo consórcio vai escolher a gráfica onde serão impressas as mais de 4,1 milhões de provas do Enem,em substituição à Plural, na Grande São Paulo, de onde foram furtados os exemplares.


A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) cuidará da logística da distribuição das provas nos mais de 1,8 mil municípios.


À Polícia Federal caberá dar apoio de inteligência e monitorar todas as etapas do Enem. O objetivo é identificar pontos de fragilidade e assegurar a inviolabilidade do exame. O diretor-geral da PF, Luiz Fernando Corrêa, coordenará pessoalmente a atuação da polícia, que não participou do exame anulado alegando impedimento do Tribunal de Contas da União (TCU).


"A direção do Tribunal entendeu o caráter emergencial da situação e a restrição legal foi superada", disse Haddad.


A Força Nacional de Segurança Pública ficará de sobre aviso e pode ser acionada em algumas regiões que apresentem maior vulnerabilidade.


A Polícia Rodoviária Federal também poderá ser acionada.


Fonte: Estadão







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