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Postada por: Jr Lopes dia 08/07/2020
Alunos da Escola do Sesi de Naviraí aprendem a cultivar milho e feijão em aula online de Biologia
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Foto: Divulgação


Como parte das atividades online adotadas em razão da pandemia mundial do novo coronavírus (Covid-19), os alunos da 2ª série do Ensino Médio da Escola do Sesi de Naviraí aprenderam, durante o estudo do conteúdo sobre Fisiologia Vegetal, da disciplina de Biologia, o cultivo de mudas de milho e feijão. Eles tiveram a oportunidade de observar o crescimento das plantas e compreender diferentes aspectos do processo de evolução dos grãos.

 

Segundo a professora Kamila Pereira Tunes, que leciona a disciplina de Biologia, a proposta incluiu que as plantas fossem cultivadas em diferentes ambientes das casas dos alunos e com diversos tipos de adubos, pois, assim, eles poderiam observar os múltiplos comportamentos. “Uma vez por semana, durante as aulas online, as observações registradas diariamente pelos estudantes eram apresentadas e discutidas com os colegas”, ressaltou.

 

Ela completa que, com isso, além de observarem e compreenderem o processo de crescimento das plantas, os alunos também aprenderam métodos de pesquisa cientifica. “Trabalhos como esses são fundamentais para o desenvolvimento dos alunos. Traz à tona o conceito ‘apreender a fazer fazendo’, aliando teoria à prática, processo fundamental para o desenvolvimento cognitivo dos alunos”, analisou.

 

Ao longo das aulas virtuais, os estudantes têm relatado diferentes experiências e conhecimentos adquiridos, que vão desde o papel do agronegócio na alimentação das pessoas, o uso de defensivos agrícolas e também o desejo de continuar cultivando plantas em casa. “Minha experiência foi muito boa. Aprendi desde o básico sobre ter uma horta em casa, até o uso de agrotóxicos e a vida na roça. Irei plantar outras coisas para ter o conhecimento sobre como são as folhagens dos alimentos”, relatou a aluna Lorena Rufino de Alcântara.

 

“O processo de crescimento do feijão e do milho é um pouco demorado, mas foi um experimento bastante prazeroso. Tratei como se fosse um ‘filho’ meu crescendo, pois temos que regar e trocar de lugar quando ele atinge o limite no local da primeira plantação”, acrescentou a aluna Gabriélly Coelho sobre a experiência.

 

Já a aluna Laiza Mirena de Azevedo Messias conta que seguiu todas as orientações da professora para que o experimento desse certo e cultivou grãos de feijão em potes com algodão, terra e água. “Plantei uma amostra na terra e outra no algodão. Foi assim que vi o famoso processo de fotossíntese. Para mim, a experiência me fez observar como é a vida de outros reinos e como eles se adaptam a diferentes situações”, pontuou.

 

Para a aluna Thaiene Oliveira Toral, a aula fez com que ela enxergasse as plantas de outra forma. “Com essas plantações acabei pegando amor pelas plantas, tendo que cuidar com o maior carinho, dando água e colocando em um lugar com ar livre. Todos nós tivemos dificuldade, mas esse foi um excelente experimento, que deixou ainda mais claro o conteúdo. Parabéns pelo trabalho professora Kamila”, finalizou.


Fonte: Fiems/DICOM







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