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Postada por: Jr Lopes dia 26/11/2018
Quatro cidades de MS ainda não receberam inscrições no programa Mais Médicos
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Oito médicos já deixaram o Estado rumo a Cuba (Foto: Arquivo/ Correio do Estado)


Quatro cidades de Mato Grosso do Sul não receberam nenhuma inscrição para substituição dos médicos cubanos no programa Mais Médicos. Outros seis municípios ainda não preencheram o quadro total de vagas disponíveis. Até o momento, oito médicos já deixaram o Estado rumo a Cuba. 

 

De acordo com levantamento divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde (SES), 82% das vagas do programa Mais Médicos já foram preechidas em MS, que recebeu 95 incrições de médicos para 115 vagas disponíveis.  

 

Cidades como Corumbá, Dourados e Costa Rica, que contavam com o maior número de médicos cubanos, já tiveram o quadro de vagas preenchido. No entanto, o Distrito Sanitário Especial Indígena, que tinha o maior número de vagas disponíveis, 11, teve apenas seis inscrições.

 

Outra situação preocupante é a de cidades como Iguatemi, que tinha três vagas em aberto, Pedro Gomes (2), Santa Rita (1) e Eldorado (1), que não reberam nenhuma inscrição até o momento.

 

Já os municípios de Bela Vista, Coronel Sapucaia, Paranhos, São Gabriel do Oeste, Sete Quedas e Tacuru, não tiveram o quadro de vagas disponíveis preenchido.

 

Em todo o Brasil, foram preenchidas 96,6% das vagas do Mais Médicos, de acordo com balanço divulgado neste domingo (25), pelo Ministério da Saúde. Das 8.517 vagas disponíveis no novo edital do programa, 8.230 já foram alocadas para atuação imediata. Até as 17h deste domingo, foram 29.780 inscritos com registro (CRM). 

 

Até o dia 14 de dezembro, os médicos aprovados deverão entregar os documentos exigidos nos municípios onde irão trabalhar. Até agora, 40 profissionais já se apresentaram, segundo o ministério.

 

As inscrições para o Programa Mais Médicos seguem até o dia 7 de dezembro. O site disponibilizado para o cadastramento dos profissionais chegou a apresentar instabilidade na manhã de abertura, quando recebeu mais de 1 milhão de acessos. O governo diz que a alta procura e ataques cibernéticos provocaram lentidão no sistema.


Fonte: Correio do Estado







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