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Postada por: Jr Lopes dia 18/04/2018
Queda física e pedidos de substituição geram cobranças no Verdão
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Preparador físico Omar Feitosa ao lado do técnico Roger Machado (Foto: Marcos Ribolli)


O empate cedido ao Botafogo na segunda-feira (16/04), na estreia do Campeonato Brasileiro, incomodou a diretoria do Palmeiras. Não exatamente pela fraca atuação no Rio de Janeiro, sobretudo no primeiro tempo, mas porque outra vez o time demonstrou desgaste físico prematuramente.

 

Segundo a avaliação interna, a equipe não teve atuações técnicas preocupantes na reta final do Paulista, perdido para o Corinthians, nem no empate diante do Boca Juniors, na terceira rodada da Libertadores. O problema principal seria outro.

 

O termo usado nos bastidores é que os jogadores "morrem" na metade do segundo tempo. Não tem sido raro mesmo muitos deles se virarem à beira do campo para pedir substituição. Seria esse o motivo de o time não conseguir ou ter muita dificuldade de segurar as vantagens quando abre o placar.

 

De fato, depois da goleada por 5 a 0 sobre o Novorizontino, na partida de volta das quartas de final do Paulista, foi recorrente o Palmeiras cair fisicamente. Até por isso, a semana cheia até o duelo de domingo com o Internacional, no Pacaembu, é comemorada.

 

O último período sem compromisso no meio de semana havia sido há um mês: entre os dias 11 de março, do jogo com o Ituano, e 17 de março, do jogo contra o Novorizontino. De lá para cá, foram oito partidas seguidas pela competição estadual, Libertadores e Brasileiro.

 

Apesar dessa ressalva, a diretoria internamente tem repassado seu descontentamento quanto à parte física. Depois de receber o Internacional, o time de Roger Machado colocará em jogo a liderança de sua chave na Libertadores ao visitar o Boca Juniors, na quarta-feira (25/04).


Fonte: Globo Esporte







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