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Postada por: João Guizolfi dia 27/01/2015
Governo garante reajuste de 13,1% a professores a partir de março
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A reunião foi realizada hoje na Governadoria com representantes trabalhistas, o governador Reinaldo Azambuja, a vice, Rose Modesto, e o Secretário de Administração, Carlos Alberto de Assis. (Foto: Alcides Neto)


Uma noite positiva, de avanços, mas sem o reajuste dos 25,42%, que ainda devem ser conquistados para a categoria: essa foi a definição do presidente da Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul (Fetems), Roberto Magno Botareli César, após reunião na Governadoria realizada na noite de hoje (26) entre representantes trabalhistas com o governador Reinaldo Azambuja (PSDB), a vice, Rose Modesto, e o secretário de Administração e Desburocratização, Carlos Alberto de Assis.


A Lei Estadual 4.464, sancionada em 2013 pelo então governador, André Puccinelli (PMDB), que dispõe sobre o reajuste de 25,42% para os profissionais do magistério público da rede de ensino básico estadual de forma paulatina de 2015 a 2018, foi garantida “em partes”.


Azambuja garantiu que os professores receberão os 13,1% do último reajuste federal no salário de janeiro (a ser pago em março), que chegará a R$ 1.917,78 para 40 horas de trabalho semanais de um professor com ensino médio. Como o Governo Federal divulgou o reajuste logo no início do ano, a diferença dos vencimentos de janeiro também será acertada de forma retroativa.


Desta forma, faltariam 10,98% para a meta (dos 25,42%), além da integralização do piso de 20 horas semanais até 2018. Durante a reunião, o governador se comprometeu a integralizar o piso, de acordo com a Lei 4.464.


A forma como se dará a integralização e o cálculo para a remuneração dos profissionais deve ser a pauta da próxima reunião entre Governo e Fetems, que ocorrerá antes do início do ano letivo. A federação levará o resultado desse próximo encontro à Assembleia Geral dos trabalhadores, já agendada para o próximo dia 3 de fevereiro na sede da Fetems, que não descarta uma greve geral dos professores caso a proposta de integralização não agrade a categoria como um todo.


Fonte: Campo Grande News







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